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Uma indicação que pode moldar o Supremo por anos — e reacender o debate sobre representatividade 🧵

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Lula mantém padrão e não cede à pressão por mulher no STF 🧵 Segundo Daniela Lima, o presidente prioriza afinidade política e a chance de escolher outro homem para a vaga é bem maior. A história começa assim.

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Nos bastidores a conversa é direta: surgiram nomes como Daniela Teixeira (STJ) e Maria Elizabeth Rocha (STM). Uma fonte próxima ao presidente ouviu: “me traga um nome aí e eu avalio”. Quando sugeriram Teixeira, a resposta foi: “Impossível”. Sobre a presidente do STM: “não creio”.

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Contexto histórico: desde 2000, só três mulheres chegaram ao STF — hoje só Cármen Lúcia permanece. Mesmo com pressão de entidades e sociedade por mais representatividade, o critério do Planalto segue sendo afinidade política, não cota de gênero.

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Por que isso importa? A composição do Supremo influencia direitos trabalhistas, políticas ambientais e acesso à justiça. Quando afinidade prevalece sobre diversidade, as decisões que moldam vidas e políticas públicas também refletem uma visão menos plural.

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O cálculo político pesa: alianças, equilíbrio com o Congresso e a defesa de pautas do governo contam tanto quanto currículo. Nomes do STJ e do STM têm qualificação técnica, mas a conexão política costuma ser o diferencial decisivo.

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Reflexão final: desde 2000 apenas 3 mulheres no STF — e a escolha agora vai repercutir por décadas. Representatividade no Judiciário não é só simbolismo; é quem decide prioridades e protege direitos. Fique de olho: o próximo nome fala alto sobre o futuro do país.

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