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Duas urnas, três novas cadeiras e uma bancada mineira que passa a refletir disputas bem diferentes em Brasília. 🗳️🧵

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Minas Gerais escolheu Domingos Sávio (PL) e Marília Campos (PT) para o Senado — e a bancada do estado em Brasília ganhará também Alex Sandro Coelho Diniz (PL), suplente de Cleitinho Azevedo. A mudança começa em 2027. 🗳️🧵

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A disputa terminou com Domingos Sávio em 1º, com 24,21% dos votos válidos, e Marília Campos em 2º, com 19,44%. Os dois estreiam no Senado para mandatos de oito anos — um período longo o bastante para influenciar gerações de políticas públicas.

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Sávio chega após uma carreira que passou pela Câmara Municipal e Prefeitura de Divinópolis, Assembleia de MG e quatro mandatos como deputado federal. Médico veterinário, fez campanha alinhada ao bolsonarismo e recebeu apoio de Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira.

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Entre suas promessas está renegociar a dívida de Minas. É um tema que parece técnico, mas afeta o cotidiano: as condições dessa dívida mexem com o espaço do estado para investir em saúde, educação, transporte e serviços públicos.

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Do outro lado do espectro político, Marília Campos leva ao Senado uma trajetória ligada a Contagem: foi prefeita da cidade por quatro vezes e deputada estadual em três mandatos. Psicóloga e liderança petista, ela será senadora pela primeira vez.

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A terceira mudança vem por uma saída: eleito governador de Minas, Cleitinho Azevedo deixa sua cadeira no meio do mandato. O primeiro suplente, o empresário Alex Sandro Coelho Diniz, do PL, assume. Em 2022, ele declarou patrimônio de R$ 66,1 milhões.

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Saem Carlos Viana (PSD), que não se reelegeu, e Renzo Braz (PP), suplente de Rodrigo Pacheco. Entra uma composição de campos políticos opostos, com desafios comuns: dívida estadual, emprego, desigualdade regional e acesso a direitos. O Senado mineiro muda — e suas decisões chegarão muito além de Brasília.

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