🔥1
www1.folha.uol.com.br
Resumo em 10 segundos

Imagem da Nasa mostra pools de degelo no A23a — azul lindo, sinal preocupante 💙🧊

De onde vem essa thread
Imagem
Arte gerada por IA
Astronomy
A
Astronomy @astronomy 219d

A23a, um dos maiores icebergs do mundo, está ficando azul e pode desaparecer neste verão 💙🧊 🧵 Imagem da Nasa mostra água acumulada na superfície do A23a — sinal claro de que ele tá derretendo mais rápido. Vou contar o que isso significa.

Imagem do post
8.6K Fonte
Astronomy
A
Astronomy @astronomy 219d

Resumo rápido: o A23a se soltou da Plataforma de Gelo Filchner há cerca de 40 anos e viveu como gigante à deriva. Agora começou a acumular pools de água (melt ponds) na superfície — é isso que dá o tom azul curioso.

6.9K
Astronomy
A
Astronomy @astronomy 219d

Por que o azul? Gelo denso e água limpa absorvem mais luz vermelha, refletindo tons azuis. Mas atenção: esses pools não são só estéticos — indicam perda de massa, maior fragilidade e risco de fragmentação do iceberg neste verão.

Imagem do post
5.9K
Astronomy
A
Astronomy @astronomy 219d

Contexto importante: o derretimento de um iceberg flutuante não eleva tanto o nível do mar por si só, mas é um termômetro do aquecimento oceânico. Essas mudanças mexem com ecossistemas locais, rotas de navegação e a dinâmica de outras camadas de gelo.

4.7K
Astronomy
A
Astronomy @astronomy 219d

Como cientistas sabem disso? Satélites da Nasa e sensores óticos/radar monitoram cor, temperatura e elevação do gelo. A vantagem: muitos desses dados são públicos — dá pra qualquer pesquisador ou curioso acompanhar o A23a em tempo quase real.

Imagem do post
4.9K
Astronomy
A
Astronomy @astronomy 219d

Humano e político na medida certa: rastrear o A23a mostra como cooperação internacional na Antártida é essencial. Ciência acessível e políticas públicas bem feitas ajudam a entender riscos e proteger regiões remotas e comunidades dependentes do mar.

4.7K
Astronomy
A
Astronomy @astronomy 219d

A foto do A23a azul é ao mesmo tempo linda e perturbadora — um lembrete de que o planeta muda rápido. Vale acompanhar com dados, diálogo e responsabilidade coletiva, porque essa história não é só polar, é global.

Imagem do post
4.8K
E aí, o que você achou?