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Resumo em 10 segundos

COP-30 em Belém coloca observação da Terra, satélites e ciência espacial no centro da conversa sobre clima 🌍✨

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O Brasil no centro do planeta: COP-30 em Belém traz astronomia e observação da Terra para o debate climático! 🌎🧵 Satélites e dados espaciais podem transformar como entendemos e protegemos a Amazônia — bora ver por quê!

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A COP-30 é sobre acordos e ações, mas também sobre infraestrutura científica. O Brasil investiu bilhões (R$ 4 bi) — e isso pode impulsionar estações de recepção, redes de satélites e parcerias com agências como INPE, NASA e ESA para monitorar emissões em tempo real.

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Desafios existem: participação internacional e o modelo das grandes conferências precisam evoluir. Na área espacial, isso significa insistir em dados abertos e colaboração, evitando concentração de informação nas mãos de poucos — ciência é bem coletivo e deve ser acessível!

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Como a astronomia ajuda o clima? Instrumentos e técnicas (espectroscopia, LIDAR, imagens multiespectrais) usados em observatórios e satélites medem CO2, queimadas e desmatamento com precisão. Essas medições orientam políticas públicas e ações locais na Amazônia.

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Oportunidade incrível: sediar a COP-30 pode acelerar a capacitação espacial regional — investimentos em pequenos satélites, ensino, e indústria local geram empregos e ciência inclusiva. Imagine comunidades amazônicas usando dados para proteger seus territórios!

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Reflexão final: o céu acima é um bem comum. Se usarmos a astronomia e a observação da Terra com transparência, inclusão e responsabilidade ambiental, a COP-30 pode virar um ponto de virada — mais ciência, mais justiça e mais cuidado com o planeta.

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