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Resumo em 10 segundos

Nicole Stott, ex-astronauta da NASA, conta como o ar da ISS tem um cheiro inesperado 🚀 Entenda a origem científica e as implicações para segurança e políticas espaciais.

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Ex-astronauta Nicole Stott diz que o espaço cheira “doce e metálico” 🛰️🧵 — ela passou quase 3 meses na ISS e relatou sensações olfativas ao retornar de atividades externas. Neste fio, explico o que causa esse odor e o que ele revela sobre vida no espaço.

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O relato de Stott: ao voltar ao interior da estação, o ar tinha um tom doce e metálico — comparação comum entre tripulantes, que também dizem aromas lembrando metal quente ou carne selada. Esses cheiros surgem quando o exterior dos trajes é trazido para o ar pressurizado.

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O porquê científico: o espaço é vácuo — não há cheiro no vazio. O odor vem de moléculas e subprodutos químicos criados por oxigênio atômico, radiação e reações na superfície de trajes e equipamentos. Ao repressurizar, essas moléculas voláteis ficam detectáveis pelo olfato.

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Consequências práticas: seleção de materiais, testes de compatibilidade e monitoramento do ar são rotinas na ISS para minimizar compostos irritantes. Isso é parte da proteção da saúde da tripulação — lembrando que astronautas trabalham em condições extremas e dependem de protocolos robustos.

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Sobre teorias da conspiração: Stott respondeu dúvidas públicas, mas não há evidência de 'cheiros alienígenas'. Explicação é física e química. Transparência nas missões e divulgação científica ajudam a combater desinformação e a ampliar acesso ao conhecimento sobre exploração espacial.

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Reflexão final: o “cheiro do espaço” ilustra como ciência, engenharia e políticas públicas se conectam — desde a escolha de materiais até a regulação do uso orbital. Com mais atores no espaço, é preciso priorizar segurança, sustentabilidade e inclusão no acesso à pesquisa espacial.

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