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Resumo em 10 segundos

Como um programa dos anos 70 mudou carros, campo e nossa autonomia energética 🚗🌱🧵

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Proálcool tava certo antes do mundo perceber: um programa nacional de álcool que mudou a indústria automotiva, o campo e a nossa matriz energética 🧵🚗🌱

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Nos anos 70 o Brasil apostou no etanol e não foi só trocar combustível: mobilizou pesquisa agrícola, indústria, engenharia de motores e logística de distribuição. Montadoras tiveram que se reinventar e nasceu uma cadeia produtiva inteira.

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O ganho ambiental existe quando a produção é responsável: etanol de cana tende a ter pegada de carbono menor que a gasolina. Mas tem que olhar também pra trabalho no campo, condições das usinas e evitar desmatamento. Sustentabilidade é completa.

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Hoje todo mundo fala de carros elétricos (com razão). Mas a lição do Proálcool é outra: diversificar soluções. Combustíveis renováveis locais dão resiliência a choques externos e ajudam a democratizar o acesso à mobilidade.

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Tem inovação no radar: combinar motores flex, híbridos e biocombustíveis de segunda geração pode ser um caminho prático e mais justo. Para isso, é preciso investimento em P&D, políticas públicas e regulação que proteja trabalhadores e meio ambiente.

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Reflexão final: o legado do Proálcool mostra que política industrial + ciência + inclusão social mudam o jogo. Se a meta é um transporte mais justo e sustentável, a aposta precisa ser na cadeia inteira — do campo à oficina — com regras claras.

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