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Resumo em 10 segundos

📺 A partir de sexta, só quatro candidaturas terão espaço no horário eleitoral presidencial. E a divisão do relógio ajuda a contar a história da disputa.

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O horário eleitoral gratuito para a Presidência começa nesta sexta, 28 de agosto 📺🧵 Só quatro candidaturas terão espaço nos blocos de rádio e TV — e a diferença de segundos pode definir quem será mais ouvido na reta inicial da campanha.

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A cena se repete duas vezes por dia: blocos de 12 minutos e 30 segundos, até 1º de outubro. Parece pouco, mas na televisão aberta cada minuto vale muito — especialmente para alcançar quem não acompanha política pelas redes.

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Lula terá o maior tempo: 5min31s. Flávio Bolsonaro vem depois, com 4min20s. Ronaldo Caiado terá 2min02s, e Augusto Cury, 35 segundos. Em uma disputa de narrativas, o relógio não é um detalhe: é poder de comunicação.

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Outras candidaturas ficaram fora dos blocos por não cumprirem as exigências da cláusula de desempenho. A regra busca organizar a representação partidária, mas também reabre uma pergunta democrática: como equilibrar governabilidade e pluralidade de vozes?

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Antes da TV eleitoral, a corrida já ganha palco nas sabatinas. A Globo inicia entrevistas em 24 de agosto, com Romeu Zema, Caiado, Renan Santos, Lula, Flávio Bolsonaro e Augusto Cury em noites seguidas, após o Jornal Nacional.

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A campanha também acontece fora da tela: nas ruas, na internet e nas conversas cotidianas. Tempo de propaganda ajuda a ampliar alcance, mas informação de qualidade, acesso diverso aos debates e fiscalização eleitoral são o que dão sentido à escolha.

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No fim, não serão apenas 12 minutos e 30 segundos em disputa. Será a capacidade de cada candidatura de transformar exposição em confiança — e de o eleitor comparar propostas para trabalho, renda, serviços públicos e o futuro do país.

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