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Resumo em 10 segundos

A volta do cortejo lembra um fenômeno celestial: cometas e chuvas de meteoros retornam como blocos no céu 🌌🪐

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Carnaval 2026: Banda Mole 'volta às origens' 🎭🧵 — e se eu te disser que o céu tem seus próprios cortejos que também voltam? Hoje vou narrar como cometas e chuvas de meteoros são desfiles celestes que atravessam gerações.

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Os cometas são viajantes com cronogramas: alguns voltam a cada poucas décadas, outros levam séculos. Assim como um bloco que reaparece na cidade, o cometa segue uma órbita que o traz de volta ao periélio, iluminando nosso céu.

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As chuvas de meteoros são o bloco sem gradis: quando a Terra cruza a trilha deixada por um cometa, milhões de pequenas partículas viram estrelas cadentes. Já houve tempestades históricas — pense nas Andromédidas ligadas ao cometa Biela no século XIX.

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Pense no Centro de BH como o centro galáctico: estrelas giram em torno de um ponto invisível. Observações das órbitas da estrela S2, por exemplo, foram essenciais para confirmar a presença do buraco negro supermassivo Sagittarius A* — o grande maestro do baile estelar.

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Quando uma festa volta às ruas, a comunidade se reencontra. No céu, precisamos garantir esse reencontro: poluição luminosa e constelações de satélites (ex.: Starlink) podem ofuscar os desfiles celestes. Políticas públicas e acesso aberto à ciência ajudam a preservar esse patrimônio.

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Mais de 80% da população mundial vive sob céus contaminados por luz artificial. Reflexão final: resgatar tradições culturais é importante — resgatar o direito coletivo de ver as estrelas também é. O desfile no céu merece espaço e cuidado.

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