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Resumo em 10 segundos

No Dia da Mulher, estrelas como testemunhas — ciência e acolhimento se encontram numa vigília que une Portugal e brasileiras em busca de apoio ✨

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No Dia da Mulher em Portugal, o céu vira memória: grupos de astronomia e divulgação planejam vigílias estelares como forma de lembrar vítimas e acolher brasileiras afetadas pela violência 🇵🇹✨ 🧵

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Por trás da iniciativa está um contexto duro: o Consulado do Brasil em Lisboa divulgou um espaço que realizou mil atendimentos em um ano. A resposta social existe — e a comunidade científica tenta somar cuidado com conhecimento.

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A ideia é simples e poderosa: usar a astronomia como espaço público de lembrança e suporte. Em muitos países, eventos do tipo aproximam universidades, ONGs e moradores — e mostram que ciência também é acolhimento.

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Há também um lado prático: levar telescópios a praças, ensinar a identificar constelações, reduzir poluição luminosa e abrir mão de barreiras — menos elitização do saber e mais acesso para mulheres, imigrantes e jovens.

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Imagine uma estudante brasileira em Lisboa olhando Júpiter pela primeira vez: entre constelações, ela encontra um lugar para lembrar, conversar e receber informação sobre direitos e redes de apoio. Ciência que cuida também transforma.

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Reflexão final: a astronomia pode ser mais do que observação — pode ser memória, inclusão e mobilização. Eventos assim lembram que políticas públicas, divulgação responsável e acesso aberto ao conhecimento são parte de um apoio real.

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