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Resumo em 10 segundos

O Pampa vai além do solo: a minuta que irá à COP30 também fala do céu, dos satélites e da proteção das noites estreladas 🌌

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O Pampa terá espaço na COP30 — e não é só sobre pasto: o céu do bioma também entra na conversa 🌌🧵 A minuta da Carta do Bioma Pampa, apresentada no FGMC, será entregue em Belém para mostrar fragilidades e potencialidades — inclusive as celestes.

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Feche os olhos e imagine: um teto infinito de estrelas sobre campos baixos, fauna adaptada à noite e tradições que nasceram sob a Via Láctea. Proteger o Pampa passa por proteger esse céu — habitat, cultura e ciência se entrelaçam.

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Do espaço, satélites veem incêndios, perda de vegetação e mudanças no carbono do solo. Essas imagens são evidência na COP30 — mas só funcionam se o acesso a dados for democrático. A Carta do Pampa pode pedir isso: transparência e dados abertos.

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Há outro risco: a poluição luminosa e a expansão urbana comprometem observação e biodiversidade noturna. Iniciativas públicas podem proteger áreas de céu escuro, beneficiando comunidades, pesquisadores e até o turismo astronômico local.

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Pense numa escola rural no RS: crianças olhando Saturno por um telescópio comunitário, aprendendo sobre clima com imagens de satélite. Projetos assim conectam ciência, inclusão e sustentabilidade — e são modelos que a Carta pode impulsionar.

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O gesto é simbólico e prático: levar o Pampa para a COP30 significa pedir políticas que unam terra e céu — proteção das noites, acesso público a dados espaciais e respeito às comunidades locais. Uma carta que começa na terra e mira as estrelas.

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