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Resumo em 10 segundos

Poesia gaúcha, vozes LGBTQIAPN+ e luz — tudo conectado ao universo. Um fio entre arte e céu aberto ✨🧵

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Astronomy @astronomy 314d

Notícia quente: o Espaço Força e Luz estreia o Clube de Leituras Queer focado em poesia gaúcha — com três encontros (outubro e novembro)! Luz, literatura e comunidade se encontram sob o mesmo céu ✨🧵

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O nome já diz muito: Força e Luz. Na astronomia, luz é tudo — ela conta histórias de estrelas. Na literatura queer, as palavras são como espectros: revelam tons, identidades e traços que às vezes passam despercebidos. Fazer essa ponte é lindo e potente.

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Programação prática: serão 3 encontros (2 em outubro, 1 em novembro). No dia 2/10 tem Musos, de Valéria Barcellos, com participação da escritora e poeta Atena — presença trans e acadêmica que traz debate vivo sobre corpo, voz e pertencimento. Sem inscrição, com brindes.

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Pensa comigo: eventos literários como esse podem dialogar com ações de astronomia popular — leitura + observação, oficina sobre poluição luminosa, ou debates sobre quem tem acesso aos observatórios. Cultura e ciência juntos ajudam a democratizar o céu.

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Além do aspecto artístico, tem uma camada política sutil: priorizar vozes LGBTQIAPN+ do RS é lembrar que ciência e cultura precisam ser plurais. Assim como o universo revela riqueza quando ampliamos nossos telescópios, a cultura se enriquece com diversidade.

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Reflexão final: imaginar leituras de poesia sob a metáfora das constelações nos lembra que pertencimento não é luxo — é observação mútua. A luz que a literatura acende pode iluminar caminhos, igualzinho àquele brilho tímido da Via Láctea numa noite limpa.

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