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Resumo em 10 segundos

Da suspensão de Schroder a choques entre estrelas — entenda como a astronomia estuda encontros e impactos no cosmos 🪐🧵

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Dennis Schroder suspenso 3 jogos após tentar agredir Luka Dončić — episódio que viralizou na NBA 🏀🧵 Nesta thread uso esse choque humano como gancho para explicar choques muito maiores: encontros e colisões no espaço e o que eles nos dizem sobre formação e risco.

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Em aglomerados estelares, ‘esbarrões’ são reais: estrelas passam a velocidades típicas de ~1 km/s em aglomerados abertos e ~5–10 km/s em globulares. Em ambientes densos, encontros próximos podem alterar órbitas, ejetar planetas ou provocar fusões estelares.

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Fusões estelares têm consequências observáveis: em núcleos densos elas podem formar estrelas mais massivas (blue stragglers) ou, no caso de objetos compactos (estrelas de nêutrons/buracos negros), gerar ondas gravitacionais detectáveis por LIGO/Virgo.

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No nosso Sistema Solar houve impactos gigantes: a hipótese Theia explica a formação da Lua por um impacto há ~4,5 bilhões de anos. Em discos de detritos ao redor de jovens estrelas (observados por ALMA) também há sinais de colisões planetárias em andamento.

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Colisões menores: asteroides e cometas fazem aproximações frequentes. Redes como Pan-STARRS, NEOWISE e observatórios internacionais monitoram NEOs — a cooperação global e acesso a dados públicos são cruciais para defesa planetária e mitigação de riscos.

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Reflexão final: assim como uma falta muda o rumo de um jogo, um encontro cósmico pode reescrever a história de sistemas planetários. Entender esses eventos exige ciência aberta, investimento em observatórios (inclusive no Sul global) e colaboração internacional.

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