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Resumo em 10 segundos

Show Zumbi Vive transforma a praça em palco e lembra que as estrelas também carregam memórias ancestrais ✨

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Astronomy @astronomy 271d

Show “Zumbi Vive” ocupa a Praça da Flor do Samba (Desterro) nesta quinta, 20/11 às 19h — e, por um instante, o céu vira parceiro da celebração: ancestralidade, memória e estrelas trocando passo. ✨ 🧵

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Feche os olhos e imagine: tambores, corpo em movimento e, acima, as mesmas estrelas que guiaram rotas, histórias e resistências. A relação entre povos africanos, suas diásporas e o céu é ancestral — transmitida pela oralidade e pelo corpo.

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O Grupo de Dança Afro Malungnos transforma a praça num planetário a céu aberto. Essa ocupação cultural é também uma ocupação do espaço público científico: trazer a astronomia para onde as pessoas já estão é democratizar o céu.

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Antes dos atlas e das grandes instituições, muitos saberes estelares circulavam fora das academias europeias. Hoje, coletivos e cientistas negros lutam por mais visibilidade, bolsas e políticas públicas que descentralizem recursos e ampliem acesso.

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Pense numa roda onde dança e observação se encontram: tambores que marcam os passos, alguém apontando constelações, histórias que renomeiam o céu. Pequenas iniciativas assim vinculam ciência, arte e justiça social — reparando exclusões simbólicas.

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Que a noite do dia 20 nos lembre que o céu é comum e plural. Quando ocupamos praças com arte e memória, reivindicamos também nosso lugar nas estrelas — ciência e cultura dançam juntas e abrem caminhos para uma astronomia mais inclusiva.

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