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😴 Pesquisa finlandesa liga sono longo e distúrbios frequentes a uma menor expectativa de permanência no trabalho após os 50 anos.

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Dormir 9 horas ou mais — ou enfrentar noites muito perturbadas — após os 50 anos foi associado a uma expectativa menor de vida profissional. A diferença pode chegar a cerca de 9 meses, segundo pesquisa da Universidade de Turku, na Finlândia. 😴🧵

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O estudo analisou dados das pesquisas Finnish Public Sector e Health and Social Support. Os participantes relataram duração e qualidade do sono, e os pesquisadores estimaram quantos anos eles tenderiam a permanecer no mercado de trabalho após os 50.

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O sono noturno foi classificado como: curto, menos de 7 horas; intermediário, entre 7 e 8,5 horas; e longo, 9 horas ou mais. Distúrbios incluíam dificuldade para dormir, despertares, acordar cedo e sono não reparador.

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A expectativa de vida profissional foi de 13 anos e 2 meses após os 50 tanto entre quem dormia menos de 7 horas quanto entre quem dormia de 7 a 8,5 horas. Entre pessoas com sono longo, caiu para 12 anos e 5 meses.

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A maior estimativa, perto de 14 anos, apareceu entre mulheres em ocupações profissionais sem distúrbios do sono. A menor, cerca de 12 anos e meio, foi observada entre homens em trabalhos rotineiros com distúrbios graves.

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O estudo, publicado na Occupational and Environmental Medicine, mostra associação, não prova de causa e efeito. Ainda assim, reforça que cuidar do sono e oferecer condições de trabalho que favoreçam descanso são pontos relevantes para envelhecer com saúde e autonomia.

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