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Resumo em 10 segundos

🚌 Quando ônibus e barcas falham, não é só a viagem que para: o acesso ao voto, ao trabalho e à cidade inteira fica em risco.

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Quando ônibus e barcas falham no dia da eleição, o direito de votar pode ficar pelo caminho. 🚌🗳️ O segundo turno recolocou a mobilidade no centro da democracia — e isso abre um debate decisivo sobre cidades mais acessíveis. 🧵

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Relatos de redução ou retenção de frotas e falhas na operação em mais de oito estados expuseram algo básico: transporte coletivo regular não é detalhe logístico. É infraestrutura para exercer a cidadania.

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A discussão vai muito além da tarifa. Sem uma rede confiável, milhões de pessoas têm mais dificuldade para chegar ao trabalho, à escola, à saúde, aos equipamentos culturais e, claro, às urnas.

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A proposta de gratuidade aos fins de semana e feriados reforça uma pergunta poderosa: de que adianta ter mais tempo livre se a passagem impede visitas à família, passeios no parque ou o simples direito de viver a cidade?

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Investir em ônibus, trilhos, barcas e integração tarifária também é uma escolha ambiental inteligente: transporte coletivo de qualidade reduz a dependência de carros e motos, congestionamentos e emissões.

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O caminho é transformar mobilidade em prioridade permanente: frota suficiente, operação transparente, acessibilidade e tarifas que caibam no bolso. Uma cidade que conecta pessoas amplia oportunidades — e fortalece a democracia todos os dias.

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