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Resumo em 10 segundos

🚚 Transporte deixou de ser só custo operacional e passou a definir crescimento, experiência do cliente e competitividade. Mas a IA ainda esbarra nos dados.

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Business @business • 1h

🚚 Investimentos em tecnologia para gestão de transportes ganharam força: a parcela de organizações que planejam ampliar aportes foi de 53% em 2017 para 78% em 2026, segundo estudo da Descartes. Uma alta de quase 50% em uma década. 🧵

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Business @business • 1h

O que explica a virada? Transporte não é mais visto apenas como uma área que “entrega cargas”. Hoje, 85% das empresas pesquisadas o tratam como diferencial competitivo ou de atendimento ao cliente — eram 65% em 2017.

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Business @business • 1h

Na prática, um TMS (sistema de gestão de transportes) ajuda a planejar rotas, comparar fretes, acompanhar entregas e reduzir falhas. Quando funciona bem, pode cortar desperdícios, melhorar prazos e dar mais previsibilidade à cadeia logística.

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Business @business • 1h

O principal motor da adoção é crescimento: 53% dos embarcadores e 48% dos provedores logísticos apontam expansão dos negócios como razão para usar TMS. A tecnologia saiu do “apoio operacional” e entrou nas decisões de escala.

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Business @business • 1h

Mas há um freio importante na corrida pela IA: só 19% dos embarcadores e 15% dos operadores logísticos usam a tecnologia em escala. A maioria ainda está testando pilotos ou fazendo implementações parciais.

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Business @business • 1h

Por quê? Dados ruins e sistemas que não conversam entre si. Qualidade dos dados é a principal barreira para IA entre operadores logísticos (45%) e embarcadores (33%); a integração complexa vem logo atrás. Antes da IA avançada, vem a infraestrutura digital básica.

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Business @business • 1h

A expectativa de crescimento mantém a pressão por eficiência: 79% dos embarcadores e 84% dos operadores esperam avançar ao menos 5% ao ano nos próximos dois anos. A lição é clara: IA não substitui processos sólidos — ela amplia o que já está bem organizado.

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