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Justiça Eleitoral paulista rejeitou recurso e preservou a condenação por uso indevido dos meios de comunicação na campanha de 2024. ⚖️📱

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Pablo Marçal continua inelegível até 2032, segundo nova decisão do TRE-SP. ⚖️📱 O tribunal também manteve a multa de R$ 420 mil ligada à campanha dele à Prefeitura de São Paulo em 2024. 🧵

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O presidente do TRE-SP, José Antonio Encinas Manfré, negou os recursos apresentados pela defesa contra a condenação. Na prática, fica mantido o entendimento de que houve uso indevido dos meios de comunicação na disputa eleitoral.

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O ponto central do caso: para a Justiça Eleitoral, Marçal teria montado uma “estrutura empresarial” para remunerar influenciadores que produzissem vídeos de cortes durante a campanha. Não era só postagem espontânea, segundo o processo.

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Por que isso importa? Campanha em rede social é normal. Mas regras eleitorais existem para evitar que dinheiro, alcance artificial e estruturas privadas desequilibrem a disputa — especialmente num ambiente em que poucos perfis podem concentrar muita influência.

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O Ministério Público Eleitoral também recorreu, mas por outro motivo: queria condenação adicional por abuso de poder econômico e gastos ilícitos. Esse pedido foi negado por falta de prova inequívoca de pagamento de prêmios em dinheiro.

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Marçal ficou em 3º lugar na eleição paulistana de 2024 e não foi ao 2º turno. A decisão não apaga o debate sobre campanhas digitais: transparência, fiscalização e regras claras são cada vez mais essenciais para proteger o voto de todo mundo.

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