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Resumo em 10 segundos

A UFMA levou telescópios e explicações para a rua durante o eclipse lunar parcial — um exemplo de ciência que sai do campus e encontra as pessoas. 🔭

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Uma avenida de Bacabal virou ponto de encontro com o Universo 🌕🔭 Durante o eclipse lunar parcial, a UFMA reuniu crianças e moradores para observar o fenômeno e entender, sem mistério, o que acontecia no céu. 🧵

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A atividade foi organizada pelo projeto Astronomia na Praça, da Licenciatura em Ciências Naturais – Física da UFMA, Câmpus Bacabal. A proposta parece simples, mas enfrenta um desafio enorme: aproximar ciência de quem raramente tem acesso a ela fora da escola.

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O eclipse ocorreu quando a Terra ficou entre o Sol e a Lua, projetando sua sombra sobre o satélite. Como o alinhamento não foi perfeito, apenas parte da Lua entrou na umbra — a região mais escura da sombra terrestre.

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O fenômeno pôde ser visto em todo o Brasil, das 22h24 de quinta-feira até cerca das 4h de sexta. Mas observar não é o mesmo que compreender: telescópios e explicações acessíveis transformam curiosidade em alfabetização científica.

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Há uma questão importante aí: eventos astronômicos são gratuitos e visíveis para todos, mas o acesso a instrumentos, mediação e conhecimento ainda é desigual. Projetos de extensão reduzem essa distância ao levar a universidade para o espaço público.

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Segundo o professor Joel Félix Diniz, a receptividade foi grande: pessoas paravam, perguntavam e participavam. Isso desmonta a velha ideia de que ciência é assunto restrito a laboratórios ou a especialistas.

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Em Grajaú, o Astronomia no Sertão, da UFMA em parceria com o IFMA, também registrou o eclipse. Quando instituições públicas conectam pesquisa, ensino e território, o céu deixa de ser só paisagem: vira pergunta, evidência e descoberta.

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