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Resumo em 10 segundos

🔬 Estudantes da rede pública trocaram a rotina escolar por microscópios, hipóteses e descobertas na UFMS. Ciência vivida de perto!

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Ciência @ciencia 2h

🔬 26 estudantes de uma escola pública de Campo Grande passaram uma semana vivendo como cientistas na UFMS — com microscópios, microrganismos, hipóteses e experimentos de verdade. Ciência que se aprende fazendo! 🧵

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A imersão fez parte da 6ª edição do Trem do Pantanal: trilhando o caminho do bioma e das doenças tropicais. De 10 a 14 de agosto, alunos da EE Manoel Bonifácio Nunes da Cunha conheceram uma universidade por dentro.

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Para muitos, era a primeira vez em um laboratório universitário. E isso importa: quando jovens da escola pública ocupam esses espaços, a ciência deixa de parecer distante e passa a ser uma possibilidade concreta de futuro.

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A proposta não era só transmitir conteúdo. Os estudantes foram incentivados a perguntar, criar hipóteses, testar ideias e buscar respostas — exatamente como funciona o trabalho científico no dia a dia.

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Eles visitaram laboratórios de Doenças Infecciosas e Parasitárias, Microbiologia e Parasitologia Humana, além do Hospital Dia e da Agência Transfusional. Teve também teatro, jogos, dinâmicas e tour pelo campus.

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O curso une saúde, ambiente e biodiversidade — temas essenciais para compreender doenças tropicais e proteger o Pantanal. Aprender ciência nesse contexto aproxima conhecimento, território e soluções para desafios reais.

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A iniciativa é do PPG em Doenças Infecciosas e Parasitárias da Famed/UFMS com a Rede Nacional Leopoldo de Meis de Educação e Ciência. Um ótimo exemplo de como extensão universitária pode ampliar horizontes.

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Como resume o coordenador James Venturini: a ciência começa na curiosidade e na capacidade de perguntar. Talvez uma pergunta feita diante de uma lâmina hoje seja o começo da próxima geração de pesquisadores brasileiros. ✨

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E aí, o que você achou?